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Cânfora de Jardim

Cânfora de Jardim
Nome Popular: Cânfora de Jardim

Outros nomes: canforeira, alcanfor, cânfora, cânfora-das-hortas, canforinha, canfrinho, macelinha canforada, canfinho, canfrinho, camphor (inglês).

Nome Científico: Artemisia camphorata Vill.

Família: Asteraceae.

Nomes Botânicos: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Nome Farmacêutico: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Partes Usadas: folhas, ramos, raízes, madeira.

Sabor: amargo, picante, amornante.

Constituintes Químicos: óleos essenciais, derivados de cânfora (submetida a uma série de reações, desdobra-se em: borneol, iso-borneol, canfano, cimol carvacrol, quinona de cânfora, ácido canfórico).

Propriedades Medicinais: antinevrálgico, antiepiléptico, antirreumático, antisséptico, antisséptico pulmonar, calmante, descongestionante das vias respiratórias, sedativo, refrescante, antinflamatório, febre, inflamações reumáticas, queimaduras, estimula coração e respiração, eleva pressão baixa, tosses, bronquite, dificuldade de respiração, excitante para o sistema nervoso central, antinevrálgico, diurético, emenagogo antiofídico, diaforético, pulmonar, laxativo, anti-inflamatório das vias urinárias, fungicida, herbicida.

Indicações (Uso Interno): distúrbios neurológicos e cardíacos, distonias neurovegetativas com comprometimento cardiovascular, hemorragia uterina, ativação dos sucos gástricos, diarreia, flatulência, cólicas, expele ancilóstomos (tintura das raízes).

Indicações (Uso Externo): dores musculares, picada de insetos, utilizada no álcool para dores reumáticas, picadas de insetos, tratamento de celulite, drenagem linfática, gordura localizada, contusão, feridas, neurose cardíaca, acalma histeria, acne, inflamação.

Indicações Pediátricas: desaconselhado pra bebês e crianças abaixo de 5 anos.

Utilizações na MTC: qualidades yin e yang, útil em situações de equilíbrio. Abre os 7 orifícios e resuscita o Espírito. Estimula os nervos sensitivos do Sistema Nervoso Periférico. Estimula o SNC. Dissipa nódulos. Utilizada em desmaios e convulsões.

Classificação da Erva na MTC: Categoria 13 – ervas para recobrar a consciência.

Elemento predominante na MTC: Fogo

Atuação nos Canais: coração, pulmão.

Ayurveda (Ação nos doshas): reduz Vata e Kapha e, em excesso, pode agravar Pitta. Atua nos tecidos (dhatus) plasmático, sanguíneo, adiposo, medular e nervino.

Rasa: picante e amargo.

Virya: quente.

Vipaka: picante.

Informações em outros sistemas de saúde: Os indígenas da região andina sempre conheceram e utilizaram a planta medicinalmente.

Aromaterapia: o óleo essencial é utilizado para massagens diluído em óleo carreador. Suas propriedades são utilizadas para tratamento de dores musculares, pés doloridos, pernas cansadas, câimbras, problemas cardíacos, bronquite, gripes, febre com arrepios de frio, vômitos. Tem efeito analgésico e anti-inflamatório. Seu aroma purifica os ambientes, em especial das energias do egoísmo e da inveja. Tem também utilização como antitraças e pode ser usado em réchaud no momento do parto para estimular as contrações. Muito usado na purificação de cristais.

Floral:uso da erva corta efeito da terapia floral.

Homeopatia: uso desta planta pode cortar efeito de medicamentos homeopáticos.

Contra-indicações: não deve ser aplicada em feridas abertas, e em casos de vazio de Qi. Evitar em pessoas com úlceras gastrointestinais e doenças renais crônicas. Evitar na gravidez e lactação e em crianças abaixo de cinco anos. Uso tópico da planta por longos períodos pode causar irritação cutânea. Evitar uso em pessoas com epilepsia.

Interações medicamentosas: utilizada em associação ao mentol, timol, cineol em formulação de aerosol com função antitússica. Usada em formulação oleosa com camomila pra tratar reumatismo.

Uso Veterinário: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Cultivo: prefere solos bem drenados ácidos, composição de areia e argila. Propaga-se por rebentos de raiz e estacas (essas devem ter a base submersa em solução de benomil 0,2% durante uma hora para evitar propagação de microrganismos. Plantio de outubro a novembro, a colheita ocorre 6 meses após o plantio.

Planeta regente: planta regida por Saturno e pela Lua. Influi sobre enfermidades relacionadas aos signos de câncer e peixes.

Indicações energéticas ou mágicas: usada juntamente com folhas de belladona secas ou em tintura e açafrão constituindo um perfume para afugentar larvas no astral. Suas folhas maceradas quando apresentadas a pessoas em estado magnético causavam sonolência, abatimento e perda de memória. Tem aura cor rosa e violeta e promove o desprendimento material. Nota musical Dó. Ligado à Deusa Artemis. Boa para estimular a mente. Para limpar ambientes com energia densa, negativa. Considera-se que seu uso concede poderes ocultos, habilidade para as artes psíquicas e a vidas passadas.

Habitat: Brasil e America do Sul.

Informações clínicas e/ou científicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Descrição botânica: planta semi-arbustiva, perene, ascendente, muito ramosa e aromática, que cresce 30 a 50 cm de altura. O caule é cilíndrico é lenhoso na base. As folhas são glandulosas, alternas, longo-pecioladas, sésseis, com 2 a 3 cm de comprimento, pinatisectas, com os segmentos lineares e numerosos. Inflorescência terminal paniculada em capítulos isolados ou em espigas axilares laxas.

Toxicidade: é tóxica em quantidades elevadas, evitar grandes doses, pois, pode causar convulsões. Deve ser utilizada internamente com indicação de profissional competente e nas doses recomendadas.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA - Fitoterapeuta e Professor, criador do ERVANARIUM: http://www.ervanarium.com.br/profissional/8/rodrigo-silveira. LUCIANA OLIVEIRA - Bióloga formada pela UFRGS, Artista Floral e Fitoterapeuta formada pelo ERVANARIUM: http://www.ervanarium.com.br/profissional/11/luciana-oliveira.

Observações: utilizada em juntamente com o patchuli na composição da tinta nanquim. Introduzida na Europa pelos Árabes no séc. XI, foi durante séculos um medicamento. Uma pedrinha de cânfora diluída em um litro de água é utilizada como bactericida natural, essa solução deve ser jogada no solo como medida profilática no cultivo de ervas medicinais para evitar doenças. Botões florais e frutos podem ser consumidos na forma de conserva. A cânfora-de-jardim é uma erva medicinal, de folhas recortadas, verde-acinzentadas e ricas em óleos essenciais e aromáticos. Ela não deve ser confundida com a cânfora (Cinnamomum camphora), de origem asiática e de porte arbóreo.

Fontes de pesquisa: http://www.plantamed.com.br/ • http://www.jardineiro.net/plantas/canfora-de-jardim-artemisia-camphorata.html • http://www.portais.org/_enr/aromater/o_canfora.htm • A astrologia da Mãe-Terra - Márcia Starck - Pensamento • A cura pela natureza - enciclopédia familiar dos remédios naturais - Jean Aikenbaum e Piotr Daszkiewicz - Editora Estampa • Anastásia Benvinda - plantas populares - Biblioteca Virtual •Apostila: plantas Medicinais-Manipulação Artesanal, Uso e Costume Popular -Angelo L.Robertina -Eng. Agrônomo- Emater-Pr. • As plantas mágicas - Botânica oculta - Paracelso • CD Rom - Ervas Medicinais - Volume 1 - Anônimo • Enciclopédia de Medicina Natural - Marcílio Franco da Costa Pereira - Madras • Fórmulas Mágicas - Dr. Alex Botsaris - Ed. Nova Era • Manual de Fitoterapia Chinesa e Plantas Brasileiras - Mary Lannes Salles Leite - Icone Editora • ITF - Índice Terapêutico Fitoterápico - EPUB • The Yoga of Herbs - Dr. David Frawlwy and Dr. Vasant Lad - Lótus Press • The Green Wiccan Herbal - Silja - Cico Books •



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