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Chapéu de Couro

Chapéu de Couro
Nome Popular: Chapéu de Couro

Outros nomes: aguapé, chá-de-campanha, chá-de-mineiro, chá-do-pobre, congonha-do-brejo, erva-de-bugre, erva-do-brejo, erva-do-pântano.

Nome Científico: Echinodorus macrophyllus Mich

Família: Alismataceae.

Nomes Botânicos: Alisma macrophyllum Kunth, Echinodorus scaber Rataj., Echinodorus grandiflorus (Cham. e Schlech.) Mitcheli., E. muricatus. Gomphrena hyspidula.

Nome Farmacêutico: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Partes Usadas: folhas e rizoma.

Sabor: amargo e refrescante.

Constituintes Químicos: alcalóides, flavonóides, iodo, holosídeos, heterosídeos cardiotônicos, resinas, sais minerais, saponina, tanino, triterpenos.

Propriedades Medicinais: diurético; depurativo; anti-reumático; antiinflamatório; laxativo; hepático; colagogo; adstringente; tônico; antiartrítico; antiofídico (suco do caule); anti-sifilítico; energético; hipotensor; antinevrálgico; antilítico; antinefrítico; emoliente; anti-helmíntico; uricosúrico.

Indicações (Uso Interno): ácido úrico; artrite; reumatismo; gota; hidropsia; inflamação da bexiga; impurezas do sangue; pressão alta; cálculos renais; cálculos da vesícula biliar; sífilis; bócio; nevralgia; insuficiência hepática; edemas; erupções cutâneas; doenças renais e das vias urinárias; afecções do fígado; afecções do estômago; aterosclerose; artrite; bócio; mau colesterol; convalescença; debilidade orgânica; doenças renais; dores nas juntas; edemas; gota; hérnia (rizoma); hidrofobia; infecções das vias respiratórias; inflamações da garganta; litíase; lumbago; nefrite; picadas de cobra; pressão alta; prisão de ventre; sífilis; úlceras; problemas da vesícula; vitiligo; gripe; lombalgia crônica; cistite; pielonefrite; insuficiência renal; retenção urinária; hipercolesterolemia; síndrome de Cushing; esteatose hepática; doença ateromatosa; doença aterosclerótica; lipodistrofia; demência aterosclerótica; dores de cabeça; dores de barriga (suco do caule); dores nas costas; elimina lombrigas (ascaris); uremia; anúria; prostatite; albuminúria.

Indicações (Uso Externo): erupções cutâneas; dermatoses; erupções cutâneas; furúnculos; manchas da pele; moléstias da pele; sarna; picadas de cobra (suco do caule).

Indicações Pediátricas: as mesmas indicações que para adultos nas doses infantis.

Utilizações na MTC: purifica o Xue (sangue). Indicada em casos de invasão de vento-umidade nas articulações. Tonifica o Xue do Fígado. Tonifica o Yang dos Rins e Bexiga.

Classificação da Erva na MTC: Categoria 3 – Ervas para agir contra o reumatismo • Categoria 12 – Ervas para regular o sangue.

Elemento predominante na MTC: Madeira.

Atuação nos Canais: F, R e B.

Ayurveda (Ação nos doshas): reduz pitta e kapha e agrava vata.

Rasa: amargo.

Virya: fria.

Vipaka: picante.

Informações em outros sistemas de saúde: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aromaterapia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Floral:FLORAIS DA FLORESTA Trago força de Oxumaré. Sou desobstruidora dos caminhos atravancados por cargas energéticas pesadas. Trago suavidade e esperança. Sou poderosa na dissolução dos bloqueadores de mente, como o medo, a dúvida, o sono, o esmorecimento. Auxílio o trabalho dos médiuns de limpeza agindo como tonificador do sistema de eliminação dos resíduos de energia densa. Trabalho no corpo mental e astral. . Pela limpeza do segundo chakra faço o ligação com energias ancestrais e abro o contato com outros mundos. Absorvo as forças da lua e com ela trago à consciência, os fantasmas ocultos nos pensamentos baixos. No sol, aumento a possibilidade de purificar. Com simplicidade alimento os corpos sutis, liberando as emoções sombrias que geram as doenças do corpo físico. FLORAIS DA AMAZÔNIA - purificadora. Aciona o mecanismo de eliminação. Trabalha com os líquidos do corpo, limpa e purifica energeticamente. Boa para dissolver nódulos e fazer a energia circular. É a água refletindo o sol, transformando-se em arco-íris, é uma ponte. Importante para médiuns que captam muita energia negativa e terapeutas em geral. Ativa a energia vital e o rejuvenescimento. FLORAIS DE MINAS – faz parte da fórmula Efluvium que propõe uma lavagem ou limpeza do sistema excretor etérico. A fórmula é indicada para pessoas com rigidez emocional e psíquica que somatizam sujidades, mucosidade e arenosidades. Participa ainda da fórmula de fito floral Exsultat Liquor que propõe atuar nos revestimentos etéricos do corpo e fortalece o invólucro corporal sutil. Também presente na fórmula fito floral Imunis que propõe tonificar e modular as defesas físicas e etéricas. Participa ainda do fito floral Magnificat Liquor que propõe produzir equilíbrio entre a nutrição da alma e a voracidade do corpo e auxilia a tratar obesidade.

Homeopatia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Contra-indicações: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Interações medicamentosas: apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivas.

Uso Veterinário: as folhas são apropriadas para o consumo do gado.

Cultivo:

Planeta regente: erva utilizada em distúrbios relacionados ao trânsito da Lua em Touro, Lua em Libra, Lua em Peixes, Mercúrio em Libra, Mercúrio em Sagitário, Vênus em Sagitário, Vênus em Peixes, Júpiter em Câncer, Júpiter em Leão, Saturno em Áries, Saturno em Sagitário, Urano em Libra, Urano em Sagitário, Netuno em Libra, Netuno em Sagitário, Netuno em Escorpião, Plutão em Libra, Plutão em Sagitário, Plutão em Capricórnio. Regente – Lua.

Indicações energéticas ou mágicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Habitat: espécie paludosa, autóctone da América Tropical, incluindo o Brasil, sendo encontrada nas margens dos rios, lagos, canais de drenagem e baixadas pantanosas. Originariamente encontrava-se abundantemente nas várzeas alagadiças.

Informações clínicas e/ou científicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Descrição botânica: planta herbácea vivaz, ereta, que cresce cerca de 1,5 m em altura. Apresenta folhas simples, longo-pecioladas, inteiras, coriáceas, eretas, oblongo-lanceoladas ou cordiformes, com 11 a 13 nervuras e cerca de 30 a 40 cm de diâmetro. As nervuras são salientes e as bordas maiores são curvadas em forma de chapéu. As flores são brancas, hermafroditas e dispostas em panícula verticilada. Fruto tipo aquênio, verde quando imaturo e castanho, quando maturo, contendo uma semente.

Toxicidade: não apresenta toxicidade nas doses terapêuticas. Uso crônico demonstrou efeitos tóxicos.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA - consultor em fitoterapia, professor e criador do ERVANARIUM • http://www.ervanarium.com.br/profissional/8/rodrigo-silveira

Observações: a planta é depuradora de águas contaminadas e ornamental em lagos e aquários. O gênero Echinodorus descrito por Louis Claude Marie Richars e Georg Engelmann inclui 48 espécies tropicais com distribuição restrita às Américas e à África, muitas delas usadas como medicinais, e outras, como ornamentais.

Fontes de pesquisa: http://www.plantamed.com.br/ • http://artinline.bighost.com.br/luia/florais1.htm • http://www.ibhep.com.br/index_arquivos/fifloraisminas.htm • A vida cura a vida - Pe. Paulo Wendling - Paulinas • Anastásia Benvinda - plantas populares - Biblioteca Virtual • As plantas e os planetas - Ana Bandeira de Carvalho - Ed. Nova Era • CD Rom - Ervas Medicinais - Volume 1 - Anônimo • Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares - Mery Elizabeth Oliveira Couto - Embrapa • A cura pelos remédios caseiros - Guia de ervas e medicina natural - Raunei Iamoni - Ediouro • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica - Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima - Editora Unesp • The Yoga of Herbs - Dr. David Frawlwy and Dr. Vasant Lad - Lótus Press • ITF - Índice Terapêutico Fitoterápico - EPUB • Plantas que curam - Enio Emmanuel Sanguinetti - Editora Rigel • Fórmulas Mágicas - Dr. Alex Botsaris - Ed. Nova Era •




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