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Sucupira

Sucupira
Nome Popular: Sucupira

Outros nomes: acari, acari-açu, choco-pires, coração-de-negro, curubai-mirim, cutiuba, cutiubeira, fava-de-sucupira, ormosia-coccinia, paracarana, paricarana, sapapira, sapipura, apupira, sapupira-do-campo, sabapira, sebipira, sebipira-branca, sebipira-do-cerrado, sebipira-guaçu, sebipira-maior, sebupira, secupira, sepepira, sepifirme-amarela, sepipira, sepipira-açu, sapupira, sapupira do campo, sapupira-preta, sebepira, sebipira, sucupira-de-terra-firme, sucupira-amarela, sucupira-da-mata, sucupira-parda, sucupira-pele-de-sapo, sucupira-preta, sucupira-vermelha, supupira-da-mata, sucupira-lisa, faveiro; fava-de-Santo Inácio (português) coeur dehors (francês).

Nome Científico: Bowdichia virgiloides H.B.K

Família: Fabaceae.

Nomes Botânicos: Pterodon pubescens Benth, Pterodon marginatus, Pterodon polygalaeflorus, Bowdichia nítida.

Nome Farmacêutico: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Partes Usadas: líber, casca, óleo da semente e tubérculos da raiz.

Sabor: picante, amargo e amornante.

Constituintes Químicos: amido, óleos essenciais, matérias amargas, resinas, sucupirina, sucupirona, sucupirol, taninos.

Propriedades Medicinais: aperiente; depurativo; antireumático; diaforético; corroborante; adstringente; antifebril; antidiabético; tônico; antiblenorrágico; antihemorrágico; antihidróptico; antidartroso; diurético; antiartrítico (semente); anticancerígeno; vermífugo; antiinflamatório; antibiótico; antioxidante; anestésico; antidiabético; antiedematogênico; cercaricida.

Indicações (Uso Interno): fraqueza geral; tumores artríticos dos membros debilitados por sífilis ou mercúrio (semente); escrofulose; age sobre os vasos linfáticos; bouba; hemorragias (casca e raiz); debilidade orgânica (casca e raiz); afecções gástricas (casca e raiz); diabete (casca e raiz); reumatismo (semente, casca e raiz); gota (semente); artrite (semente); elimina ácido úrico; amigdalite; asma; blenorragia; cistos ovarianos; cistos uterinos; dores espasmódicas; elimina vermes; lesões por esforço físico agudo; osteoartrite; combate e extinção de radicais livres; retardamento do processo de envelhecimento; bico de papagaio; hérnia de disco.

Indicações (Uso Externo): impigem; eczema; feridas (semente); escrofulose; cravos nos pés; afecções da pele; afecção gotosa; bouba; úlceras (semente); manchas na pele (semente); anestesia local; evita contrair esquistossomose (óleo essencial).

Indicações Pediátricas: não recomendado.

Utilizações na MTC: elimina invasão de vento-umidade-frio das articulações.

Classificação da Erva na MTC: Categoria 3 – Ervas para agir contra o reumatismo.

Elemento predominante na MTC: Madeira.

Atuação nos Canais: Fígado.

Ayurveda (Ação nos doshas): reduz vata e kapha e agrava pitta.

Rasa: amargo e picante.

Virya: quente.

Vipaka: picante.

Informações em outros sistemas de saúde: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aromaterapia: produz óleo essencial aromático volátil retirado da casca e das sementes utilizado no tratamento de reumatismo, tumores e disfunções da próstata. O óleo essencial impede a penetração na pele da cercaria da esquistossomose.

Floral:não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Homeopatia: Bowdichea major – utilizada para tratamento da bouba, cravos nos pés, úlceras cancerosas, alguns tipos de eczemas, vegetações sifilíticas, reumatismo, diabete e blenorragia. T.M a 3ª.

Contra-indicações: contato poderá provocar dermatite, conjuntivites (coceira, lacrimejamento, vermelhidão), coceira e outras erupções cutâneas.

Interações medicamentosas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Uso Veterinário: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Cultivo:

Planeta regente: Regente – Júpiter.

Indicações energéticas ou mágicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Habitat: ocorre no cerrado e na faixa de transição da mata atlântica nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Informações clínicas e/ou científicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Descrição botânica: árvore rústica com floração azulada.

Toxicidade: planta considerada segura nas doses terapêuticas e seu consumo não deve ultrapassar 15 dias consecutivos.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA - consultor em fitoterapia, professor e criador do ERVANARIUM • http://www.ervanarium.com.br/profissional/8/rodrigo-silveira

Observações: a espécie Bowdichia virgilioides H.B.K. tem as mesmas propriedades, indicações e modo de usar. Árvore de madeira nobre utilizada na fabricação de pisos e móveis. Fornece madeira muito dura, usada em construção civil. Seu fruto só contém uma semente. Ao fazer o chá das sementes a resina que desprende ficará depositada no fundo do recipiente que será utilizado para a decocção dificultando uso para outros fins. É possível remover esta resina com instrumentos de limpeza apropriados.

Fontes de pesquisa: http://www.plantamed.com.br/ • http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/plantas-medicinais-sucupira.html • http://www.mundodastribos.com/cha-de-semente-de-sucupira.html • http://www.madeiras.cc/SUCUPIRA.html • Fitogeografia Amazônica- Fernando Castro da Cruz - Ed. Palpite • Plantas que curam - Enio Emmanuel Sanguinetti - Editora Rigel • Higiene e Tratamento Homeopático das Doenças Domésticas - Dr. Alberto Seabra - Associação Brasileira de Homeopatia • A farmácia da natureza - Irmã Maria Zatta - Ed. Paulinas • Medicina da Floresta - fonte da vida - Padre Paolino Baldassari - Rio Branco - Acre •



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