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Mulungu

Mulungu
Nome Popular: Mulungu

Outros nomes: amansa-senhor, bico-de-papagaio, canivete, capa-homem, corticeira, eritrina, sapatinho-de-judeu, sinanduva, suinã, mulungu (alemão, espanhol, francês, inglês), murungu e muchoc (inglês).

Nome Científico: Erythrina mulungu Mart. ex Benth.

Família: Fabaceae.

Nomes Botânicos: Erythrina verna Vell., Corallodendron mulungu (Mart. ex Benth.) Kuntze, Erythrina flammea Herzog.

Nome Farmacêutico: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Partes Usadas: casca.

Sabor: picante, amargo e refrescante.

Constituintes Químicos: erisopina, erisodina, eritramina, eritrina, eritrocoraloidina, eritratina, esteróides, glucosídeos, hipaforina.

Propriedades Medicinais: analgésico; sedativo; diurético; hipnótico; resolutivo; expectorante; antitussígeno; anti-reumático; antiasmático; calmante; hepatoprotetor; hipotensivo; narcótico; tranqüilizante; antioxidante; bactericida; anticonvulsivo; galactagogo; cardiodepressor; antifúngica; hipoglicemiante; hepático; emoliente; peitoral; odontálgico.

Indicações (Uso Interno): afecções bucais; agitação, bronquite asmática; coqueluche; crises nervosas; dor reumática; dores musculares; histeria; insônia; neurose; palpitação; distúrbios nervosos; ansiedade; cefaléia por estresse; tosse nervosa; neuralgia do nervo trigêmeo e outras neuralgias; regenerador de tecidos; bloqueadora dos estímulos da dor; inflamações do fígado e do baço; febres intermitentes; espasmos musculares; artrite; epilepsia; em traumas e choque; hepatite; regula o batimento cardíaco; dores de estômago; hérnias; retirada de nicotina ou outras drogas; neurastenia; combate a verminoses; hemorróidas.

Indicações (Uso Externo): cárie dentária (bochechos); odontalgias; lesões cutâneas; picadas de lacraia e escorpião; abscessos da gengiva.

Indicações Pediátricas: não é recomendado.

Utilizações na MTC: expulsa vento e umidade; drena umidade de dentro dos canais; trata síndromes Bi; para casos de estagnação do Qi nos canais (espasmos musculares); pode ser usada em casos de frio ou calor; direciona o efeito das ervas para baixo; elimina umidade-calor externa (pele); ativa o Qi e acelera sua circulação. A erva tem propriedades similares a fórmula chinesa AN SHEN que trata ansiedade e deficiência do Yin do Shen.

Classificação da Erva na MTC: Categoria 3 – Ervas para agir contra o reumatismo • Categoria 10 – Ervas para suprimir tosse e reduzir catarro • Categoria 14 – Ervas para reduzir a ansiedade • Categoria 15 – Ervas para cessar movimentos involuntários.

Elemento predominante na MTC: Madeira.

Atuação nos Canais: F, C, BP e R.

Ayurveda (Ação nos doshas): equilibra Vata, Pitta e Kapha.

Rasa: picante e amargo.

Virya: fria.

Vipaka: picante.

Informações em outros sistemas de saúde: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aromaterapia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Floral:FLORAIS DO ORIENTE – Mulungu Compound - indicado para ansiedade e deficiência do Yin do Shen. FLORAIS DE MINAS – Mulungu integra a fórmula floral Serenium que é indicada para trazer calma, serenidade, clareza, paz de espírito e tranqüilidade para a mente e as emoções, principalmente em momentos difíceis da vida ou em situações de estresse. Para a harmonização e equilíbrio das pessoas de índole nervosa, agitadas, muito preocupadas, que convivem com ansiedade, tensão, irritabilidade, insônia, enxaquecas, dificuldades digestivas, em razão do desequilíbrio emocional. Útil também para crianças nervosas, birrentas, pouco sociáveis, choronas, briguentas, histéricas e excessivamente inquietas.

Homeopatia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Contra-indicações: pessoas com hipersensibilidade aos componentes químicos da planta; pessoas com hipotensão arterial e sonolência podem ocorrem acentuação dos sintomas. Evitar nos 3 primeiros meses de gravidez. Evitar em pessoas com deficiência cardíaca ou portadores de arritmia no coração. Não usar em deficiência do sangue (anemia).

Interações medicamentosas: extratos da planta podem potencializar os efeitos dos sedativos, hipnóticos, álcool, anti-histamínicos e dos analgésicos derivados de morfina.

Uso Veterinário: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Cultivo:

Planeta regente: utilizado em distúrbios relacionados com o trânsito de Urano em Sagitário e Urano em Capricórnio.

Indicações energéticas ou mágicas: a raiz é utilizada em encantamentos para atrair o sexo feminino.

Habitat: várias regiões do Brasil. O gênero Erythrina L., compreende cerca de 115 espécies distribuídas em todas as regiões tropicais do mundo, estendendo-se nas áreas quente-temperadas, como no Sul da África, na Cordilheira do Himalaia e no sudeste dos Estados Unidos. As espécies de Erythrina ocorrem numa ampla variedade de habitats, desde o bosque tropical chuvoso de terras baixas a desertos subtropicais muito áridos até bosques montanos de coníferas acima de 3.000 m de altitude.

Informações clínicas e/ou científicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Descrição botânica: árvore aculeada ou espinhenta, de comportamento decíduo de mudança foliar. As árvores maiores atingem dimensões próximas a 15 m de altura e 80 cm de DAP (diâmetro à altura do peito, medido a 1,30 m do solo) na idade adulta. Tronco: é reto a levemente tortuoso. O tronco e os ramos são pouco aculeados. O fuste é geralmente curto, medindo até 5 m de comprimento. Ramificação: é dicotômica, com a copa ampla, aberta e arredondada. Casca: mede até 25 mm de espessura. A casca externa ou ritidoma é lisa a levemente áspera. Folhas: são compostas trifoliadas, sustentadas por pecíolo de 6 cm a 14 cm de comprimento; os folíolos são orbiculares, oval-rômbeos ou triangulares, de consistência cartácea, com a face ventral apenas pulverulenta e dorsal, de cor verde mais clara revestida por densa pilosidade feltrosa, medindo de 6 cm a 12 cm de comprimento por 5 cm a 14 cm de largura. Inflorescências: ocorrem em fascículos axilares, medindo de 12 cm a 20 cm de comprimento e com três flores. Flores: o vexilo é alaranjado ou vermelho-rutilante, com lâmina quase orbicular e cálice espatáceo. Fruto: legume um tanto curvo, de ápices e bases agudas, internamente não-septado, com 1 a 3 sementes. Sementes: são bicolores, denominadas miméticas, de coloração vermelho-escura e vermelho-alaranjada. São também subquadrangulares ou oblongas, com um hilo curto de posição mediana.

Toxicidade: as sementes são tóxicas.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA - consultor em fitoterapia, professor e criador do ERVANARIUM • http://www.ervanarium.com.br/profissional/8/rodrigo-silveira

Observações: a planta funciona como substituta da Kawa-Kawa, sem os efeitos colaterais no fígado.

Fontes de pesquisa: http://www.plantamed.com.br/ • http://www.brasiloriente.com.br/osc/loja/product_info.php?products_id=832&osCsid=9914412ab6480f159af14b30a7dbd799 • http://intervox.nce.ufrj.br/~claraluz/banhos.htm • http://www.floressencia.com/fitoflorais_de_minas/fitofloral_serenium • ITF - Índice Terapêutico Fitoterápico - EPUB • As plantas e os planetas - Ana Bandeira de Carvalho - Ed. Nova Era • Circular Técnica 160 – Paulo Ernani Ramalho Carvalho – Embrapa • Fitoterapia Chinesa e Plantas Brasileiras - Alex Botsaris - Editora Ícone • Manual de Fitoterápia Chinesa e Plantas Brasileiras - Mary Lannes Salles Leite - Icone Editora •



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