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Hortênsia

Hortênsia
Nome Popular: Hortênsia

Outros nomes: novelão, hidrângea, hidranja, ortensia, sete-cascas, sugar-leaf (inglês) hydrangea (inglês), French hydrangea (inglês), Big hydrangea (inglês),

Nome Científico: Hydrangea macrophylla.

Família: Saxifragaceae/ Hydrangeaceae

Nomes Botânicos: Hydrangea arborescens, Viburnum macrophyllum,

Nome Farmacêutico: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Partes Usadas: raiz, folhas.

Sabor: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Constituintes Químicos: glicosídeos, saponinas, resinas, rutina, óleos essenciais e flavonoides, febrifugine, ácido hidrângico, hydrangenol, magnésio, fósforo, enxofre, cálcio,

Propriedades Medicinais: antilítico, catártico, diurético, laxante, antimalárico, antitussígeno, imunológico, anti-infeccioso, depurativo,

Indicações (Uso Interno): afecções da bexiga, artrite, cistite, deslocamentos, gota, infecções urinárias, inflamação renal, pedras na bexiga, pedras no rim (cálculo renal), prostatite, uretrite, urina sangrenta (hematúria), dores nas costas por problemas renais, pedras na vesícula, esclerose múltipla, algumas formas de diabete, esclerodermia, promove a saúde da próstata, combate infecções do trato urinário, purificador do sangue, atua em doenças linfáticas, edemas (inchaços), artrite reumatoide crônica, refluxo esofágico, cólicas ulcerosas, hiperplasia benigna da próstata, febre, dor de garganta, ansiedade,

Indicações (Uso Externo): machucados (folhas), fraqueza capilar, queimaduras, feridas, acalma mucosas, psoríase,

Indicações Pediátricas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Utilizações na MTC: nome chinês - Xiu Qiu. Na medicina chinesa são utilizadas as folhas, flores e a raiz. É utilizado como diurético e para combater a tosse e a malária.

Classificação da Erva na MTC: categoria 5 – ervas para reduzir a umidade do corpo • categoria 10 – ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro

Elemento predominante na MTC: Água.

Atuação nos Canais: Rins e Pulmões.

Ayurveda (Ação nos doshas): não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Rasa: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Virya: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Vipaka: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Informações em outros sistemas de saúde: planta utilizada pelos índios cherokee´s para remover cálculos.

Aromaterapia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Floral:FLORAIS FILHAS DE GAIA - abre, harmoniza e conecta o 6º e 7º chacras, ancorando a Consciência do Eu e o propósito do Ser na glândula mestre, irradiando a Consciência de Unidade para o corpo mental. Este movimento possibilita a vivência e expressão da unicidade do Ser em espaços coletivos, através de laços harmoniosos e cooperativos que se fundamentam no respeito à expressão da unicidade e diversidade de cada um como partes fundamentais e interdependentes de um organismo vivo, harmonioso e nutridor. Para quando é necessário, em situações de grupo, buscar um lugar ao sol, respeitando-se o espaço, a natureza e busca do outro, e as metas do grupo. – “Um por todos, todos por um”, cantarola a consciência da hortênsia para os ecossistemas onde habita. E assim ela favorece a superação de atitudes de competitividade, inflexibilidade, irritabilidade ou segregação entre os membros de uma comunidade. FLORAIS ÁRVORE DA VIDA - Esta essência floral tem um grande poder de impulsionar a autocorreção. Fala da busca da inteireza. Ela é uma essência do amor, partindo da ideia de que é preciso ser inteiro, quebrando o paradigma de que é preciso do outro para preencher algo que falta em si mesmo. Quando se é inteiro é que se está verdadeiramente pronto para o amor e para se relacionar de forma harmoniosa com as pessoas ao redor. Harmoniza todos os tipos de relacionamento, conjugal, familiar e em grupos, partindo do princípio universal “Ama teu próximo como a ti mesmo”. Harmonizador de ambientes. Traz criatividade e flexibilidade nos relacionamentos. Favorece a expressão verbal dos sentimentos. Para ver e falar a verdade do que realmente sente. Limita a tendência à agressividade verbal, ensinando a falar com docilidade. Para a falta de sociabilidade, para o orgulho. Comunhão com a vida. Ensina-nos a humildade. A essência atua a princípio individualmente conferindo amor a si próprio, carisma, simpatia, abrindo e limpando o coração para a vida. Gostar de si mesmo implica também em cuidar da própria saúde, logo a essência confere ao indivíduo responsabilidade interna pela própria cura, levando assim a buscar meios de vida mais saudáveis. Confere disposição física. Leva o indivíduo a enxergar a vida e as pessoas de uma maneira diferente a priori olhando para si mesmo. Conhecer-se para melhor conhecer os outros e se relacionar com o todo. Para aqueles que possuem uma análise superficial da vida. Proporciona grande visão interior e favorece a clarividência, principalmente através dos sonhos premonitórios. Aumenta a percepção da realidade. Trabalha no indivíduo alguns medos relacionados ao abandono, à solidão, medo de que algo de ruim ocorra a alguém, medo de envelhecer; em alguns casos beirando ao pânico e pavor. Para a ambiguidade a nível sexual; entre valores materiais e espirituais; entre a cura e a entrega; entre carreira e família. Ativador da criatividade e do poder de decisão. Idealista prático no aqui e agora.

Homeopatia: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Contra-indicações: na gravidez, na lactação e em pessoas com problemas hepáticos. A dosagem excessiva pode causar irritação gastrointestinal, irritação da pele, vertigem e congestão de tórax com dificuldade de respirar. NÃO É RECOMENDADO USO EM LONGO PRAZO.

Interações medicamentosas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Uso Veterinário: as flores são venenosas para animais domésticos. Indicação de uso veterinário como diurético e para eliminar cálculos renais e de bexiga.

Cultivo: adquira mudas de hortênsia em viveiros recomendados. Também podem ser encontradas em lojas de plantas e de produtos de jardinagem. PROPAGAÇÃO - Realizada por estacas que podem ser extraídas da planta mãe o ano inteiro, apesar de a melhor época ser após o florescimento. As estacas podem ser herbáceas – brotações laterais que ocorrem ao longo dos ramos –, desde que tenham cerca de 8 centímetros e de quatro a seis folhas pequenas e sejam usados reguladores de crescimento para garantir o enraizamento –, e semilenhosas, utilizando ramos que contenham, no mínimo, duas gemas laterais, sendo uma para ficar sob o substrato para formação das raízes e outra acima, para a parte aérea. As estacas levam 40 dias para enraizar. PLANTIO - Embora a hortênsia aceite vários tipos de solos, alguns precisam de tratamento adequado, como aporte de adubos, composto orgânico e irrigação, que elevam o custo de produção. O melhor desenvolvimento se dá em solos férteis, bem irrigados e, ao mesmo tempo, com boa drenagem e dotado de elevado nível de matéria orgânica. AMBIENTE - A planta tem boa adaptação em locais com temperaturas amenas, mas pode ser mantida sob estufas com irrigação. Devido ao calor nesses ambientes, é necessária mais atenção com o sistema de regas, que devem ser mais frequentes, para favorecer as condições climáticas adequadas para o bom desenvolvimento. ESPAÇAMENTO - Varia de acordo com as condições físicas do ambiente, a variedade utilizada, o manejo adotado, entre outros fatores. No entanto, para cultivo de plantas obtidas em floriculturas, que são melhoradas geneticamente e manejadas em estufas controladas, o espaçamento é menor que o indicado para exemplares rústicos, cuja manutenção é mais fácil. A cova, no entanto, deve ser grande, com no mínimo 50 x 50 x 50 centímetros, pois as plantas ficarão no terreno por cerca de oitos anos ou mais. Prepare a cova com adubação química e orgânica indicada pela análise do solo. É importante contar com a orientação de um engenheiro agrônomo. CUIDADOS - Ao terminar a floração, faça poda drástica do ramo que floresceu. Corte-o a 10 centímetros do solo, para que a planta emita novas brotações e cachos florais de bom tamanho. Podas mais altas (a 30 centímetros do solo) são recomendadas quando a intenção é obter mais quantidade de brotos e de cachos. As regas devem ser bem fracionadas e distribuídas de quatro a seis vezes por dia em produções comerciais de vasos e em menor frequência em produções de corte. Apesar do controle fácil, pragas e doenças necessitam de monitoramento. PRODUÇÃO - A floração da hortênsia ocorre cerca de sete meses após o plantio. Cada variedade, no entanto, pode apresentar um período diferente entre o início do cultivo e o momento em que a flor pode ser colhida.

Planeta regente: Mercúrio.

Indicações energéticas ou mágicas: a erva trata condições arraigadas no passado e permite que liberemos rancores antigos e nos desapeguemos de mágoas sofridas. A planta está associada ao signo de gêmeos e a Casa 3. Sensibiliza e integra os chakras mentais, aumentando as capacidades intuitiva e racional. Combate a tendência excessiva para a autocrítica; alivia a pressão na cabeça originada pelo excesso de leitura e pela hiperatividade racional. Nas religiões afro-brasileiras é associada a deidade Nanã.

Habitat: nativa do Japão e China e América do Norte, Himalaia, América do Sul e do Leste e da Ásia Central.

Informações clínicas e/ou científicas: cientistas atestaram que as raízes têm propriedades que beneficiam o sistema imunológico. O médico norte-americano Dr. Edward E. Shook explica o caso de um paciente seu que tinha pedras afiadas nos rins. Sob raios-X, as pedras puderam ser vistas perfurando o ureter. Após o tratamento com a Hortênsia, as pedras passaram pelo ureter sem provocar qualquer dano, e após saírem, foram encontradas redondas e macias. Shook explicou que uma vez que as bordas afiadas das pedras são dissolvidas, toda a dor, hemorragia e inflamação diminuem. Além de ter um efeito dissolvente sobre a estrutura cristalina afiada da pedra, a Hortênsia quebra quimicamente a pedra em compostos “mais suaves” de sulfetos e sulfatos, que não danificam o ureter à medida que passam por ele. O processo de dissolução e de amaciamento da pedra pode e deve ser gradual. Essa eliminação de pedra e cascalho através dos rins é estimulada pelo hydrangin, o glicosídeo poderoso presente na Hortênsia. A substância a partir da raiz é usada como um medicamento e é conhecido como halofuginona. A halofuginona tem sido utilizada em tratamentos de esclerodermia. A esclerodermia é uma doença autoimune crônica, que afeta os tecidos conjuntivos e provoca um aumento da produção de colágeno do tipo 1. Quantidades excessivas de colágeno podem levar a desfiguramento e pode também ser mortal.

Descrição botânica: a espécie, de que existem múltiplos cultivares, apresenta flores rosadas ou azuis dependendo do pH do solo - em solos ácidos as flores são azuis, enquanto em solos alcalinos são cor-de-rosa. A Hortênsia pertence a um grupo de alpinistas lenhosas e arbustos floridos. Principalmente decídua, algumas espécies são perenes. A Hortênsia é um arbusto de caule lenhoso e folha caduca que chega a atingir cerca de 3 metros de altura, tem folhas ovais e cachos de flores pequenas de um branco cremoso.

Toxicidade: considerada de alta toxicidade. A hortênsia é rica em princípios cativos, incluindo o glicosídeo cianogênico e hidrangeína, que as torna venenosas. Quando ingerido em grandes quantidades, este veneno causa cianose, convulsões, dor abdominal, flacidez muscular, letargia, vômitos e coma.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA – Fitoterapeuta, Consultor em Física do Comportamento Humano, Escritor, Palestrante e Professor, criador do ERVANARIUM.

Observações: a planta é um dos símbolos da cidade serrana de Gramado no Rio Grande do Sul, onde é cultivada amplamente. Também é muito cultivada na região de Campos do Jordão em São Paulo. O nome Hortênsia vem de uma palavra grega que significa vaso de água. Seus compostos minerais de magnésio, fósforo, enxofre, e cálcio quebram quimicamente as pedras de oxalato de cálcio e carbonato de cálcio, tanto nos rins como na vesícula biliar. Herbalistas prescrevem a Hortênsia, juntamente com outras ervas, como cavalinha, uva ursi e pellitory para suavizar quimicamente, quebrar e remover pedras e cascalho do corpo. Apesar de seu efeito, a remoção de cálculos com fitoterapia pode levar meses e anos. A hortênsia perde suas propriedades medicinais quando hibridizada para finalidades ornamentais. O gênero Hydrangea possui 23 espécies espalhadas pelo mundo.

Fontes de pesquisa: http://www.medicinanatural.com.br/plantas-medicinais-hortensia/ • http://barrosoambientalista.com/fauna-flora/conheca-tudo-sobre-flor-hortensia-e-todos-os-seus-beneficios/ • https://www.epochtimes.com.br/hortensia-tratamento-herbal-pedras-rins/#.WiVHrUqnE2w • http://pt.ornamentalplantsproj.com/plantas-nativas-a-hort%C3%AAnsia-e-seus-benef%C3%ADcios-%C3%A0-sa%C3%BAde.html • http://lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/artigos/hortensias-amigas-do-aparelho-urinario • https://nplantas.com/hortensia/ • http://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/como-plantar/noticia/2013/12/como-plantar-hortensia.html • https://www.essenciasflorais.com.br/produtos/hortensia/ • http://sagradofeminino.saberes.org.br/saberes-ancestrais-femininos-sabedoria-espiritualidade-psicologia-saude-danca-feminina/o-poder-das-flores-o-povo-flor-significado-flores/ • http://www.genuinaumbanda.com.br/as_ervas_na_umbanda.htm • Guia Prático para Auto-cura - Tonusterapia. A cura pelas plantas - Munir Sabá - Editora Traço • Chinese and related North American Herbs - phytopharmacology and therapeutics values - Thomas S. C. Li - CRC Press • Medical Toxicology of Natural Substances - Foods, Fungi, Medicinal Herbs, Plants and Venomus Animals - Donald G. Barceloux MD, FAACT, FACMT, FACEP - Wiley - a Jonh Wiley & Sons, INC., Publication • Pharmacodynamic basis of herbal medicine - Manuchair Ebadi -Taylor and Francis • Taiwanese Native Medicinal Plants - Phytopharmacology and Therapeutics Values - Thomas S.C. Li, Ph.D. - CRC Press • Traditional Medicinal Plants and Malaria - Edited by Merlin Willcox, Gerard Bodeker and Philippe Rasoanaivo - CRC Press • Veterinary Herbal Medicine - edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère - Mosby/Elsevier •



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