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Babosa

Babosa
Nome Popular: Babosa

Outros nomes: aloé vulgaris, aloé barbadensis, aloés, azebre, caraguatá, erva babosa, aloé perfoliata, babosa-de-botica, babosa medicinal, barbosa, erva-de-azebre, babosa-folha-miúda, babosa-de-jardim, caraguatá-de-jardim. Aloes (latim), aloe (inglês, italiano), áloe, savila, zábila e pita zábiia (espanhol), aloés (francês).

Nome Científico: Aloe vera L. ex Webb.

Família: Liliáceas/ Aloeaceae.

Nomes Botânicos: Aloe barbadensis DC., Aloe barbadensis Mill., Aloe barbadensis Mill. var. vulgaris, Aloe pemk., Aloe perfoliata Vell., Aloe perfoliata var. vulgaris Aubl., Aloe vera (L.) Burm. f., Aloe vulgaris Lam., Aloe arborescens Mill, Aloe barbadensis-officinalis,

Nome Farmacêutico: Herba Aloes.

Partes Usadas: seiva das folhas.

Sabor: amargo.

Constituintes Químicos: polissacárido (glucose), prostaglandinas (ácidos gordos cíclicos e oxigenados), outros ácidos gordos (gama-linoleico), prostaglandinas, enzimas (amilase), antraquinonas (aloína), aminoácidos essenciais (lisina, isoleucina, fenilanina, valina, leucina, mettionina, triptofano e teonina), aminoácidos não essenciais (acido aspartico, ácidoglutâmico, alanna, prolina, histidina, serina, glicina, arginina, tirosina), vitaminas (vitaminas A, B1, B5, B6, B12, C, E), sais minerais (cálcio, fósforo, cobre, ferro, magnésio, manganês, potássio, sódio, titânio, zinco, iodo, enxofre, níquel, boro). Barbalodina, aloquinodina, emodina, aloetina, ácido pícrico, resinas.

Propriedades Medicinais: emenagogo, purgativo, refrigerante, rejuvenescedor, diurética (raiz), expectorante, antipirético, carminativo (flores), vermífugo (gel), abortivo, anti-inflamatório (uso tópico), umectante (uso tópico), emoliente (uso tópico), demulcente (uso tópico), regenerador (uso tópico), cicatrizante (uso tópico), antisséptico (uso tópico), resolutivo, adstringente, anestésico, anticancerígeno, antihemorrágico, anti-oftálmico, antí-prurítico, antitóxico, bactericida, cicatrizante, colerético, dilatador capilar, estimulante granulatório, fungicida, hidratante, limpador natural, proteolítico, virucida, vulnerário, depurativo, tonificante.

Indicações (Uso Interno): hepatite, icterícia, hepato-esplenomegalia, regula metabolismo dos lipídios e açucares, asma, diabetes, reduz colesterol, obstipação crônica, purificador dos intestinos, amenorréia, fluxo escasso, cólicas, distúrbios nos ovários, cistos, miomas, tonifica e rejuvenesce o útero, febres de origem inflamatória, reumatismo, bursite, adenomegalia, acne, alopecia, aids, anemia, arteriosclerose, artrite, colite, constipação, cancro (de pele, digestivo e do cólon), dermatite, disenteria, doenças dos olhos, dor de cabeça, dor muscular, erupção cutânea, esclerose múltipla, estimulante do crescimento, ferimentos externos, gripe, hipertensão, hidratar a pele, infecção de pele, inflamação em geral, inflamação intestinal, insônia, pé de atleta, problema digestivo, queda de cabelo, reumatismo, rins, seborreia, tuberculose, úlceras pépticas e estomacais. APESAR DAS INFORMAÇÕES EXISTENTES NA LITERATURA, DESACONSELHAMOS O USO INTERNO DA BABOSA IN NATURA, POR FALTA DE COMPROVAÇÃO CONFIÁVEL DE USO SEGURO POR VIA INTERNA.

Indicações (Uso Externo): antiqueda de cabelos, queimaduras solares, doenças inflamatórias da pele, acne, psoríase, eczemas pruriginosos, picadas de insetos, refresca a pele, auxilia tratamento de úlceras nas pernas, caspa e seborreia (gel), escurece e dá brilho aos cabelos (gel), inflamações nos olhos, queimadura comuns, parar de roer unhas (pó sobre as unhas), cabelos secos, espinhas, cravos, antirrugas, manchas, câncer de pele, herpes facial, dermatites, pele seca, alergia, removedor de maquilagem, pós-barba, desodorante, caspa, lábios rachados, pós-depilação, pós-sol, rejuvenescimento.

Indicações Pediátricas: deve ser evitado uso em crianças de berço, pois pode causar regurgitamento.

Utilizações na MTC: estagnação de Qi (energia) dos intestinos, fogo do fígado, estagnação de Qi do útero, de Qi do estômago e de Qi do fígado. Evitar tomar esta planta isoladamente, adicione um pouco de gengibre, tamarindo ou semente de funcho para minimizar os efeitos de cólicas abdominais. Não deve ser usada por longos períodos de tempo.

Classificação da Erva na MTC: Categoria 20 – ervas para uso externo.

Elemento predominante na MTC: Fogo.

Atuação nos Canais: Fígado, Coração e Baço-Pâncreas.

Ayurveda (Ação nos doshas): nome ayurvédico – Kumari. O gel em pequenas doses é tridosha. O pó reduz Pitta e Kapha e aumenta Vata. É considerada um dos principais tônicos hepáticos. Tonifica todos os fogos (agni) ao mesmo tempo. O gel deve ser usado sem resquícios da casca. Atua em todos os tecidos com mais intensidade no circulatório, reprodutivo feminino, digestivo, nervoso e excretório. Em pequenas doses tonifica o estômago. Em grandes doses é purgativo. Junto com Bhringaraj é o principal tônico hepático. Controla excesso de Pitta. É rejuvenescedor para o tipo Pitta.

Rasa: amargo, adstringente, doce e picante.

Virya: fria.

Vipaka: doce.

Informações em outros sistemas de saúde: como planta medicinal a babosa é conhecida e usada desde a antiguidade, e em nossos dias volta a ter, ou continua tendo, as mesmas aplicações e mesmo encontrando novas. Da Bíblia sabemos que fazia parte de uma composição para embalsamar corpos, como o de Cristo. Gregos e romanos a usaram em suas medicinas. Árabes popularizaram seu uso na Península Ibérica. Do suco que escorre de suas folhas cortadas se obtém por desidratação uma resina, chamada pelos espanhóis ‘acibar’, muito empregada em outras épocas.

Aromaterapia: o óleo de aloe vera concentra suas mais importantes características e é altamente explorado pela indústria farmacêutica na composição de diversos medicamentos, principalmente para tratamentos de pele graças às suas propriedades regenerativas. Ele reduz as impurezas da pele agindo como limpador da pele, eliminando aquelas manchas indesejadas, e é também um excelente aliado no tratamento de acne e na redução das temidas rugas, por eliminar as camadas velhas de pele substituindo por uma totalmente nova e mais saudável, além de deixá-la com um aspecto mais macio devido ao seu poder de hidratação. Ainda tratando de suas propriedades regenerativas, o óleo é ainda empregado no tratamento de feridas por promover a cicatrização de forma natural e segura, além de ser uma ótima opção para tratar as queimaduras, pois é um anti-inflamatório natural. O óleo de babosa é útil ainda como tratamento auxiliar para artrite, asma, sinusite, dores musculares e problemas digestivos devido às suas enzimas que contribuem para o processo da digestão. O consumo do óleo é feito junto com a alimentação misturando-o nas refeições e o óleo é considerado altamente nutritivo, isso porque possui 18 dos 23 aminoácidos essenciais ao bom funcionamento do nosso organismo. O uso irrestrito do óleo pode provocar algumas reações alérgicas isoladas, que variam de pessoa para pessoa. Em caso de qualquer sinal de intolerância ao mesmo seu uso deve ser imediatamente interrompido. (fonte: https://www.oleobeneficios.com.br/oleo-aloe-vera-babosa-beneficios-propriedades/).

Floral:FLORAIS DA CALIFORNIA – para atividade criativa integrada com energia vital plena; expressão ativa do fogo da alma. Utilizado para quem dá ênfase excessiva nas forças da vontade e num “fervor” criativo; esgotamento ou hábito de trabalhar demais. Aquele que necessita da essência floral Aloe Vera “queima a vela nas duas pontas”. Tem uma abundância inata de energias ígneas, mas tende a usá-las de modo excessivo e literalmente “se consome”. Típico da personalidade Aloe Vera é o viciado em trabalho, workaholic, cujo ímpeto é tão intenso que ele negligencia as próprias necessidades físicas e emocionais, sacrificando muitas vezes o descanso, a alimentação e o contato social a fim de alcançar seus objetivos. Tal atitude enfraquece sua capacidade de experimentar a vida de um modo apaixonado, empobrecendo a vida emocional e drenando do corpo a energia vital. Embora a força de vontade possa levar tal pessoa muito longe, ela acaba por atingir o ponto de exaustão, esgotamento ou colapso. Aloe Vera ajuda os aspectos anímicos e físicos a alcançarem uma maior harmonia, pois traz a nutrição proveniente da polaridade água da vida – as qualidades fluidas de renovação e rejuvenescimento. Quando a alma aprende a equilibrar as forças ígneas da vontade com a fonte de sentimento localizada no coração, um extraordinário fluxo de criatividade positiva e espiritualidade pode ser vivenciado. FLORAIS DE SAINT GERMAIN - A energia desta essência floral vem mostrar a importância de se sentir vivo e da disposição de seguir em frente com alegria e com o coração aberto, sem medo. Trabalha a baixa autoestima. Para os que foram traídos e carregam o sentimento de desvalorização por se sentirem hostilizados, carregam um sentimento de inadequação, sentimento de negação de si mesmos, sentimento de solidão. A cristalização desta energia Aloe pode se manifestar no físico: colite, taquicardia, flatulência, hemorroidas, irritação no cólon. FLORAIS DO SUL - a essência age nos sentimentos profundos de traição. É indicada em qualquer situação onde houve rompimento de tecidos. FLORAIS DO CERRADO - Indicado para pessoas que passaram por tristezas profundas, desilusões, decepções. Por conta disso, sentem-se tristes, desanimadas, e não veem mais sentido na vida, tornando-se suicidas em potencial, quer a nível consciente ou inconsciente. Indivíduos que apresentam tendência a concentrar a energia no plano mental, com dificuldade de vivenciar o momento presente. Este floral trabalha o fluxo de energia mental, energizando o corpo físico. Fortalece a aura humana, momentaneamente dispersa, renovando o ânimo e a vontade de viver. Propicia ao indivíduo que entre em contato com suas perdas e dores, como um guerreiro que enfrenta as batalhas com coragem, possibilitando a cura. Ajuda a dissolver o inconsciente coletivo da dor. A dor no corpo físico. Aconselho usar a babosa com reservas, pode provocar irritação quando entra em contato com a emoção reprimida.

Homeopatia: DIARRÉIA – 3 gotas/glóbulos de Aloe C5 de duas em duas horas.

Contra-indicações: seu uso interno não é recomendado no Brasil de acordo com a CONAFIT (Comissão Nacional de Assessoramento em Fitoterápicos) na resolução – RDC nº17, de 24-04-2000. Evitar uso interno durante a gravidez, em hemorragias uterinas, menstruações abundantes, em crianças, enterocolite, inflamação do apêndice, inflamação do útero, inflamação da vesícula biliar, inflamação dos rins, prostatite, cistite, grandes varizes, hemorróidas com sangramento. Na amamentação o uso interno pode causar diarréia na criança. Seu efeito laxativo drástico pode trazer complicação ao aparelho digestivo. Uso interno para crianças, mulheres grávidas, que amamentam, no período da menstruação (provoca congestionamento dos órgãos pélvicos), com inflamações uterinas e ovarianas, predisposição ao aborto, também para aqueles que sofrem de hemorróidas, fissuras anais, cálculos da bexiga, varizes, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites, cistites, disenterias, nas nefrites. Ter cautela no uso interno, pois em doses acima do normal podem provocar nefrites. O uso externo deve ser preferido. O uso externo da polpa ocasionalmente pode ressecar excessivamente a pele, neste caso é também contra-indicada para tratamento de doenças cutâneas. Ocasionalmente dores abdominais, fortes diarréias (que os defensores do uso afirmam ser o “efeito limpeza”) e, em doses elevadas, pode causar inflamação nos rins. O uso interno prolongado provoca hipocalemia, diminui a sensibilidade do intestino, necessitando aumento gradativo da dose, ocasionando o surgimento de hemorróidas. Pode causar irritação dérmica e ocular, além de intoxicação aguda, podendo levar à morte. 8 g do pó pode até levar a morte. Em doses elevadas podem ocorrer desmaios, hipotensão, hipotermia e nefrite.

Interações medicamentosas: o pó deve ser consorciado com ervas carminativas como açafrão, pétalas de rosa ou erva-doce para evitar cólicas intestinais.

Uso Veterinário: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Cultivo: ao longo de todo ano. A propagação por sementes é muito lenta, e nem sempre é possível a obtenção de sementes. Prefere solo bem drenado, sílico-argiloso, sem acidez, permeável e solto. O excesso de água nas raízes pode provocar deterioração das raízes. A planta tolera solos pobres. Espaçamento: 1,0 x 0,7m. Propagação: estolões, mudas que se formam lateralmente à cepa, com cerca de 10cm de altura. A propagação por sementes é muito lenta, e nem sempre é possível a obtenção de sementes. Substrato: porosos (areia, casca de arroz tostada, vermiculita ou a mistura de deles). Aclimatação: as mudas devem ser enraizadas em viveiro, coberto com sombrite 70%. Optar pela irrigação por nebulização, de modo a permitir a manutenção do substrato uniformemente úmido ao longo do dia. Micropropagação: estimula-se as brotações axilares e a formação de brotos adventícios mediante a decapitação dos renovos. As brotações são facilmente enraizadas com IBA e meio MS modificado, a temperatura de 25ºC. O rendimento é de 2.000 plantas em 6 meses, partindo de 5 brotos decapitados (270). Plantio: ao longo de todo ano. Transplantar as mudas quando apresentarem 15 a 20cm de altura ou 4 a 6 folhas. Adubação: planta responde bem à adubação fosfatada e potássica. Irrigação: deve ocorrer apenas durante os períodos de estiagem. O contato das folhas com o solo úmido favorece o apodrecimento das mesmas. Florescimento: agosto a setembro. Colheita: deve ser feita preferencialmente ao final da floração, quando o escapo floral está seco. Colhe-se apenas as folhas mais desenvolvidas. O teor de gel e polipeptídios é maior nas folhas maturas do que nas jovens. Rendimento: 100kg/ha no primeiro ano, podendo chegar a 400 a 1.000kg/ha no quinto ou sexto ano. O cultivo pode durar até o décimo ano. Cada folha madura atinge 420 a 450g por folha, atingindo 50 a 60cm de comprimento. Produção de sementes: não há formação de frutos, nem sementes, para as condições do Litoral Catarinense. Padrão comercial: teor máximo de cinzas - 4%; teor máximo de água - 12%.

Planeta regente: planta regida pela Lua e diretamente associada aos signos de Câncer e Peixes. Utilizada em patologias associadas ao trânsito do planeta Plutão em Câncer, Plutão em Virgem, Plutão em Sagitário, Plutão em Capricórnio.

Indicações energéticas ou mágicas: acredita-se que sua aura energética seja da cor laranja e que a planta pode ajudar no desligamento mental. Associada à deusa Ártemis e as qualidades energéticas da devoção, emotividade, imaginação, pureza e proteção.

Habitat: originário do Sul de África, mas expandido pelas regiões quentes e desérticas da América (Antilhas e América Centrai) e Ásia.

Informações clínicas e/ou científicas: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Descrição botânica: folhas longas, grossas, largas na base e terminando em ponta, com espinhos nos lados, e que nascem ao redor de um caule central. Quando floresce, nasce entre as folhas uma longa haste, em cuja ponta se forma um cacho vermelho ou amarelo de flores em forma de tubo, que vão caindo, enquanto novas desabrocham. Pode chegar a atingir três ou quatro metros de altura. As folhas são carnudas, de forma lanceolada, e com os bordos espinhosos. As flores pendem todas de um longo caule.

Toxicidade: o gel ou sumo de aloés pode provocar reações alérgicas quando se aplicado sobre a pele. Uma de cada 200 pessoas, aproximadamente, é alérgica ao aloés. Se, poucos minutos depois de espalhar umas gotas de sumo de aloés sobre a pele das costas, aparecer um ligeiro rubor e comichão, é sinal de alergia ao aloés.

Colaboradores: RODRIGO SILVEIRA - Fitoterapeuta e Professor, criador do ERVANARIUM: http://www.ervanarium.com.br/profissional/8/rodrigo-silveira.

Observações: existe grande controvérsia sobre a segurança quanto ao uso interno suco da babosa. Pessoas que são adeptas de seu uso, por vezes, incrementam o suco com gengibre e mel. Médicos americanos usam o suco da babosa para tratar queimaduras nucleares e de outras radiações. Existem mais de 200 espécies de aloés. Juntamente com o Aloé vera, o mais utilizado é o Aloé ferox Miller. Em Portugal foram introduzidas cerca de 50 espécies, algumas das quais bem representadas nos arredores de Lisboa, principalmente na margem direita do Tejo. Esta planta é originária da África, sendo conhecida pelos gregos e romanos que utilizavam o gel para tratar feridas. Durante a Idade Média foi usado como purgante. Atualmente, esta planta é muito cultivada na Índia e um pouco por todo o mundo. O gel é usado para problemas dérmicos, enquanto que a planta seca tem um efeito laxante. Alegada como um dos ingredientes secretos da beleza de Cleópatra. Na região da Mata Atlântica, o suco preparado com as folhas dessa espécie é utilizado, internamente, como anti-inflamatório e no alívio de dores de cabeça e, externamente, como cicatrizante.

Fontes de pesquisa: http://www.plantamed.com.br/ • https://www.oleobeneficios.com.br/oleo-aloe-vera-babosa-beneficios-propriedades/ • http://www.essenciasflorais.com.br/floral/aloe-vera-florais-california/ • http://www.homeopatiahncristiano.com.br/florais-saint-germain-aloe.html • http://floraisdosul.com.br/essencias.php • Enciclopédia de Medicina Natural - Marcílio Franco da Costa Pereira - Madras • Ayurveda - A ciência da longa vida - Dr. Edson D´Angelo e Janner Rangel Côrtes - Madras • A vida cura a vida - Pe. Paulo Wendling - Paulinas • Plantas Medicinais - Usos populares tradicionais - P. Clemente J. Steffen, S.J. - Instituto Anchietano de Pesquisas/Unisinos/2010 • Wicca - A Feitiçaria Moderna - o livro das ervas, magias e sonhos - Gerina Dunwich • As plantas que curam - enciclopédia de plantas medicinais - Volume 1 - Dr. Jorge D. Pamplona Roger • As plantas curam - A. Balbach - Ed. Vida Plena • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais - Moacyr Pezati Rigueiro - Paulus • Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares - Mery Elizabeth Oliveira Couto - Embrapa • Apostila Fito Chinesa II - Prof. Antonio de Bortolli - Delta Educação • As plantas e os planetas - Ana Bandeira de Carvalho - Ed. Nova Era • Segredos e virtudes das plantas medicinais - Seleções do Readers Digest • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica - Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima - Editora Unesp •



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