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ANVISA reconhece a fitoterapia tradicional

A notícia que esquentou o meio dos amantes de ervas medicinais é o recente reconhecimento, por parte da ANVISA, dos produtos fitoterápicos tradicionais.

Em um país com tantas carências, a notícia vem em boa hora e dá impulso a medicina popular consagrada pelo uso.

Como "consagrada pelo uso" entenda-se os usos tradicionais de várias ervas medicinais através de décadas ou mesmo séculos.

A ANVISA agora reconhece as propriedades medicinais de plantas que tenham um mínimo de 30 anos de uso e com suas propriedades corroboradas por publicações e livros.

Já é uma boa notícia com certeza!

Ninguém de nós precisava que um órgão governamental nos dissese o que já sabiamos, mas pelo menos ajuda a dismistificar o uso das ervas medicinais e retirá-las do gueto de "medicina de segunda classe".

Atualmente 390 fitoterápicos já são reconhecidos pelo órgão e estes são transformados em medicamentos fitoterápicos, (cápsulas, xaropes, etc) que são vendidos em fármacias de bairro.

Já a nova categoria, homologada pela resolução RDC 26/14, tem até o momento as seguintes ervas e pode crescer com o tempo.

São eles:

Castanha da índiaAlhoUva-Ursi, Centela Asiática, Cimicifuga, AlcachofraEquinácea, Gingko biloba, Soja, Alcaçuz, Hipérico (Erva de São João), Hortelã-pimenta, Ginseng, Guaraná, Erva-doce, Kava-kava, Plantago, Polígala, Cáscara Sagrada, Salgueiro-branco, Sene, Saw Palmeto, Tanaceto, Mirtilo, Valeriana, Gengibre, Arnica, Calêndula, Eucalipto, Hamamélis, Camomila, Espinheira-santa, Melissa (Erva Cidreira), Guaco, Maracujá (Passiflora), Garra do Diabo, Boldo do Chile, Sabugueiro, Cardo Mariano, Confrei, Unha de Gato.

Algumas destas ervas medicinais se encontram no acervo do ERVANARIUM. 

Clique sobre o nome para ser direcionado e saber mais.

Apesar da determinação da ANVISA, ainda é importante conhecer mais sobre cada uma das ervas antes de seu uso.

Posso citar dois exemplos de plantas tóxicas para uso interno relacionadas na lista: kava-kava e confrei. Ambas tem ação devastadora sobre o fígado se o uso for prolongado.

Consulte sempre um profissional habilitado: um fitoterapeuta.

Autor: Rodrigo Silveira - criador do ERVANARIUM
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